Partilhar dados ou histórias? Ambos!

As marcas têm à sua disposição informações cada vez mais detalhadas e autênticas acerca dos seus públicos. Porém, apesar do acesso aos dados estar mais facilitado, é aquilo que é feito com esses insights que marca a diferença e acrescenta valor na hora do storytelling.

Quando queremos partilhar histórias com a nossa audiência, os dados desempenham um papel desafiante, já que, como adianta o artigo The impact of data in brand storytelling, “[essas histórias] podem ajudar as marcas a identificar as perguntas que os consumidores têm, quando as têm, permitindo-lhes responder de maneira convincente”. Enquanto marketeers e profissionais de relações públicas, ao conhecermos a fundo quem são os nossos públicos e o que querem, podemos contar histórias genuínas e envolventes com as quais realmente se identificam. O referido artigo destaca ainda o exemplo do Spotify, o qual, partindo das músicas mais ouvidas, criou outdoors com mensagens tão “transparentes” quanto “Dear person who played ‘Sorry’ 42 times on Valentine’s Day, what did you do?”.

Enquanto marca, não nos podemos limitar a contar apenas mais uma história. Numa era tão competitiva e dinâmica, onde quem faz a diferença ganha, o uso desses insights ajuda-nos a potenciar o envolvimento e a conexão com os nossos públicos – através de conteúdo original, inesperado, único e relevante.

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