Manter um relacionamento comercial não é muito diferente de manter um relacionamento afetivo. Mas será mesmo assim, o tal longe da vista, longe do coração? Um dado é certo: independentemente das nossas crenças e de uma tendência digital sem retrocesso, as estatísticas asseguram que “não há nada mais eficaz do que as interações em pessoa”.
Conforme adianta e é resumido de forma exaustiva no artigo Face squared – The numbers behind face to face networking, “as conversas cara-a-cara tendem a ser mais positivas e percecionadas como mais credíveis do que as conversas online”. Segundo os dados que sustentam esta conclusão, “95% dos entrevistados afirmam que as reuniões cara-a-cara são essenciais para manter relações comerciais de longo-prazo”.
Naturalmente, num ambiente de mercado em que “83% dos colaboradores trabalham remotamente pelo menos parte do dia”, “70% dos jovens profissionais acreditam que ‘é desnecessário ir ao escritório’” e “39% socializam mais online do que pessoalmente”, a palavra escrita tem um valor essencial – e crescente – na comunicação com os seus vários stakeholders. Porém, como sempre, o contacto físico e presencial continua a ser predominante no estabelecimento de interações e relacionamentos comerciais fortes e produtivos. Uma dica: pelo sim, pelo não, continue a atuar nas duas frentes.