Ter pessoas que se recordam da sua marca com um sorriso é algo inestimável. Lembre-se de casos paradigmáticos de marcas como a Coca-Cola, a Dove ou a Superbock, onde a associação a bons e memoráveis momentos – aqui, de felicidade, beleza ou amizade – fazem parte da compra do cliente, tanto ou mais do que o produto em si.
No pertinente artigo “Bem-vindo à Economia da experiência”, publicado há vários anos na Harvard Business Review, os seus autores Joseph Pine e James Gilmore, especialistas em Economia de Mercado em Harvard, já na altura – sublinhando que “Uma experiência não é uma construção amorfa; é uma oferta tão real quanto qualquer serviço, bem ou mercadoria” – preconizavam que “a grande prioridade das empresas deve ser a promoção e venda de experiências únicas e memoráveis”, acrescentando que as marcas devem “encenar as experiências que vendem”.
Hoje em dia, num tempo em que a relação entre as marcas é profusa, difusa e interativa, importa apostar em plataformas de interação com os seus públicos que tenham em conta, em tempo (quase) real e de forma sistemática, o feedback e os testemunhos dos seus públicos. Esse é, sem dúvida, um dos maiores desafios enfrentados pelos marketeers e o caminho a seguir quando falamos em aperfeiçoamento e inovação das experiências (e não apenas produtos ou serviços) que vendemos.