O marketing de influência, apesar dos riscos relacionados com os falsos seguidores ou gostos inorgânicos (aos quais as marcas devem estar particularmente atentas!), representa uma ótima oportunidade para recuperar ou reforçar a confiança dos seus públicos e afigura-se como uma tendência que veio para ficar. Afinal, segurança, autenticidade, honestidade ou criatividade são aquilo que de mais precioso um influenciador digital tem para oferecer ao seu negócio.
Porém, para manter válidos todos estes elementos de ‘genuinidade’, é importante que “as marcas permitam que os criadores de conteúdos personalizem a sua experiência e implementem o produto e/ou marca de forma a que os leitores os relacionem com o conteúdo e não os vejam como mera publicidade”. Conforme prossegue e sublinha o estudo da Crowdtap, “77% dos influenciadores tendem a associar-se a uma marca mais de uma vez, se lhes for oferecida liberdade criativa”.
Adidas, Daniel Wellington ou Zara são empresas que cedo perceberam a importância da visibilidade que os influencersoferecem às suas marcas e que, por isso, abraçaram essa tendência emergente desde logo.O caso da Daniel Wellington é paradigmático, quando, em 2015,“confiando exclusivamente em campanhas de marketing nos social media com influenciadores para aumentar a sua exposição”, conseguiu arrecadar receitas no valor de 220 milhões de dólares.